Em nova entrevista, Taboo revela novidades e curiosidades sobre o Black Eyed Peas

Em recente entrevista para o site B-Change, Taboo falou sobre vários assuntos relacionados ao que podemos esperar dele nos próximos dias, assim como curiosidades em relação ao Black Eyed Peas.

Sobre material novo do grupo, ele foi direto:

“Nós passamos muito tempo em laboratório nos últimos anos tentando fazer o melhor álbum juntos, estávamos arquitetando, com o will.i.am esculpindo as coisas tentando novos sons e vendo como funcionava. Eu não tenho uma data [de lançamento do CD] mas sei que vamos lançar em alguma parte deste ano. Nós fizemos uma parceria com a Marvel Comics para lançar nosso HQ chamado ‘Masters Of The Sun’, apresentado pelo Black Eyed Peas, e vamos fazer presença em comic-con por todo o mundo”.

Sobre qual é sua música favorita do BEP:

“Where Is The Love mudou minha vida. Foi a primeira vez que chamamos um cara novinho que fazia parte de uma boyband chamada NSYNC, e na época muitas pessoas não sabiam que eles iriam começar uma carreira solo. Eu perguntei a ele [Justin Timberlake] para fazer parte dessa música, me lembro de falar com will.i.am ‘Yo, eu tenho o cara perfeito para fazer o gancho da música (..) e é o Justin Timberlake’. Depois eu me lembro de ver como tudo mudou, nós começamos a fazer sucesso e essa música se conectou muito com o mundo pelo o que ela transmitia, você sabe, o 11 de Setembro [Ataque Terrorista nos EUA] separou muito as pessoas especialmente os muçulmanos, e isso foi triste porque a América começou a rotular essa pessoas. Então um dia após o 11/9 nós acordamos e começamos a nos perguntar onde está o amor entre a humanidade. Essa música provocou essa ligação porque tinha o Justin, foi a primeira que teve uma grande produção envolvida e que mudou minha vida. Sem ela eu não teria nada do que tenho hoje.”

Sobre qual momento mais embaraçoso que já passou no palco:

“Quando eu quebrei meu Cóccix em 2006. Não foi o mais embaraçoso, mas foi aquele me deu um alerta para a realidade porque eu estava fazendo muita loucura, eu escrevi um livro sobre os tempos de vícios chamado “Fallin Up”, que eu falo desse momento que caio no palco e quebro meu cóccix e que me trouxe para a realidade pois foi como um ‘cara, você vai do 0 a 60 em fração de segundos, então você precisa dar uma segurada em certos tempos.”

Sobre como o som do Black Eyed Peas evoluiu:

“Anos atrás o will.i.am foi para a Austrália e lá ele se inspirou em grupos de eletrônica e depois nós pudemos nos encontrar com David Guetta e incorporamos sons diferentes, sempre fizemos isso. No começo da carreira fazíamos algo misturado com jazz, com influência da Bossa Nova, com hip hop e jazz, depois com ritmos latinos, rock, soul, um pouco de pop, então está tudo envolvido e eu acho que é isso que faz o Black Eyed Peas ser o que é, porque não importa o tema ou o estilo da música, nós incorporamos e temos sempre uma base do BEP. Você sabe, nós começamos nos anos 90 e é muito bom ter a chance em 2017 de voltar e fazer coisas novas. O nosso som agora vai voltar mais as nossas essências do hip hop raíz de quando começamos.”

Assista a entrevista completa:

Autor do Post
Renato Cavalcanti

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