Black Eyed Peas e Fergie na Revista Billboard

BillboardA nova edição da Revista Billboard dos Estados Unidos veio especial com duas capas em uma mesma edição – uma somente com o Black Eyed Peas para divulgar o CD ‘The Beginning’ e outra somente com a Fergie, que foi eleita a Mulher do Ano pela própria revista.

A matéria principal fica com a musa do Black Eyed Peas onde, em entrevista feita enquanto estava no Brasil, conta um pouco sobre sua vida, o novo CD do Black Eyed Peas, o seu passado, sem contar os depoimentos de seus amigos de banda e produtores do BEP.

São mais de 20 páginas com fotos, depoimentos pessoais para a cantora e claro, o que pensa a Mulher do Ano pela Billboard.

Clique no thumb abaixo e confira as scans da revista:

Atualizado: O FergieBR traduziu a entrevista com a Fergie. Clique em Mais e leia!

Confira a entrevista traduzida que a Billboard fez com a Fergie e que estará como conteúdo da revista do mês de dezembro, onde fala sobre carreira, passagem pelo Brasil, Outspoken, Twitter e muito mais!:

Pelo tempo, ela fez 27 anos, Stacy Ann Ferguson tinha passado dois anos como a voz de Sally na animação “Peanuts”, com seis anos cantando covers alegres, inspiradores no programa infantil “Kids Incorporated”, 10 anos perseguindo a fama no grupo de meninas R&B (pense num disco de Wilson Phillips) e em média um ano conversando com objetos inanimados e se confundindo com uma pessoa sem-abrigo, os efeitos de um vício em metanfetamina.

Então quando Ferguson – agora com 35 anos e mais conhecida como a estrela do Black Eyed Peas, Fergie – expressa-se que ela é “humilde para aceitar o prêmio de Mulher do Ano“.

Desde que Ferguson se juntou ao Black Eyed Peas em 2003, o grupo – Ferguson, o líder Will.I.Am, Taboo e Apl.de.Ap – tornaram-se um dos maiores artistas pop do mundo, uma mistura da antiga utopia hippie, novo modelo de capitalismo global e escapismo na pista de dança.

No primeiro single “The Time”, do novo álbum “The Beginning, ela canta a kitschified Jennifer Warnes no verso “I’ve had the time of my life” com o olhar de sinceridade.

“The Beginning” é o sexto álbum dos Peas, uma continuação para o “The E.N.D.”, qual vendeu 2.8 milhões de cópias nos Estados Unidos, segundo Nielsen SoundScan. “The E.N.D.” foi o primeiro álbum em duas décadas por um grupo produzir cinco Top 10 da Billboard Hot 100, com destaque para “I Gotta Feeling”, a música digital mais vendida na história da SoundScan.

Como artista solo, “The Dutchess” lançado em 2006, tornou-se o primeiro álbum de estreia feminino desde 1990 para gerar cinco top 10 singles.

Além da música, Fergie conseguiu se ramificar com o seu perfume da Avon da linha Outspoken, várias linhas de moda como Fergalicious e uma carreira de atriz que inclui estrelar um filme ao longo de Kate Hudson e Penélope Cruz, “Nine”. Ela também se dedicou à causa da consciência do câncer da mama, participando da Avon Walk For Breast Cancer, gravação de vídeos de serviço público e muito mais.

“Fergie levou a indústria da música pela tempestade no momento em que entrou em cena, e estamos entusiasmados para celebrar as realizações de sua carreira e sucessos incríveis em seu ano, honrando-a com o prêmio de Mulher do Ano”, o diretor editorial da Billboard Bill Werde diz. “Fergie é uma artista única, com um grande lado comercial, de estilo e uma dedicação incrível aos esforços filantrópicos, fazendo dela uma inspiração para artistas do sexo feminino em todos os lugares.”

Nós conversamos com Fergie quando ela ainda estava nos shows da turnê mundial do Black Eyed Peas.

Primeiramente, parabéns por ter sido nomeada a Mulher do Ano pela Billboard.

Obrigada. É uma honra muito grande pra mim, eu sou muito humilde.

Você está no Brasil agora, certo?
Sim, os Peas estão com a turnê aqui agora. Nós estamos fazendo shows para nove lugares, que eu acho que é o máximo que qualquer artista americano já fez. Meu marido (o ator Josh Duhamel) está aqui comigo. Ele veio para uma semana. Nós tivemos uma grande festa de Halloween ontem.

Você se fantasiou do que?
Eu não me fantasiei de nada. Eu me visto toda noite com uma fantasia, então ontem eu apenas joguei em uma máscara de esqueleto.

O Josh se fantasiou?
Josh se fantasiou de Taboo. Na verdade, o Josh ganhou no concurso de fantasias. Eu não estou mentindo pra você, ele era o Taboo. Foi hilário.

Estava tudo bem para o Taboo com isso?
Taboo o fantasiou. Ele deu a fantasia!

Como os Peas chegaram ao Brasil?
Essa turnê é só de vôos. Mas eu tenho um ônibus da turnê para quando estamos nos EUA.

Você tem seu próprio ônibus?
Eu tenho minha equipe em um ônibus, porque eu não saio tanto quanto os meninos. Quando eu entrei no grupo eu tentei acompanhar, mas eu sou uma menina e eu tento ser uma dama. Eu apenas não posso sair tanto quanto os meninos. Então eu vou embora em um horário diferente e vou à academia. Turnê com o Black Eyed Peas é como estar em turnê com uma grande fraternidade. Eu tenho sorte, eu consegui ser o pequeno mascote e de vez em quando saio com os garotos. Mas eu sempre estou pensando no meu equilíbrio.

Vamos falar sobre o novo álbum. Quando vocês começaram a trabalhar nisso, e quando você soube que iriam lançar outro álbum este ano?
É exatamente o tipo de coisa que acontece. Nós temos alguns DJs que viajam conosco também – DJ Ammo e DJ Poet; nós temos acumulado bastante o ambiente – e em todo hotel que estamos, ou o Will ou o Apl estão como DJs em seus quartos. Então com essa tecnologia de agora, nós somos capazes de ter gravações de estúdios no quarto de hotel e você pode ir de quarto em quarto. É maravilhoso. Nós basicamente fazemos isso sempre. Os rapazes saem – eu não estou brincando – toda noite, e então nós estamos muito ocupados com o que está acontecendo nos clubes. Estamos sempre pegando ideias, pois estammos constantementes ao redor da música.

Como alguém que chega ao club-hop em vários locais exóticos, o que você está ouvindo é o que ilumina seus ouvidos?
A cena electro está em todos os clubes agora: grupos como Duck Sauce, Empire of the Sun, até mesmo MGMT. Mas eu me inspiro de qualquer lugar. Eu vou à academia e coloco discos velhos do Guns ‘N Roses ou do Jay-Z.

Quando você está escutando músicas velhas do rock, você particularmente está prestando atenção no jeito que esses caras estavam cantavam?
Definitivamente. Há tantas pessoas diferentes que eu tenho competido vocalmente. No mundo do rock, Sebastian Bach, Vince Neil, Freddie Mercury, Robert Plant. Todos eles tinham um talento incrível para cantar. E tanto quanto vocalistas femininas, eu amo Heart, Joan Jett, Courtney Love, Laura Branigan, Linda Ronstadt, Barbra Streisand, ou voltando quando eu era criança, Aileen Quinn, a original Annie. Eu tenho muitas influências diferentes, e se você escutar, você pode ouvi-lás nas minhas músicas. Eu gosto de usar diferentes partes da minha voz, eu não me limito.

Eu pensei que eu peguei uma forte vibe da Debbie Harry na nova música “Fashion Beats”.
Com certeza, isso foi intencional. Ela é um dos meus ídolos. Ela estava à beira do hip-hop, cantando com Fab 5 Freddy, mas você sabe que ela tem suas raízes de rockeira. Gosto de homenagear pessoas nas canções, porque estas são as pessoas que me ajudaram a ser quem eu sou.

Como a sua voz tem evoluído durante os últimos 10 anos?
Eu parei de tentar deixá-la perfeita. Eu passei por uma fase quando estava no Wild Orchid onde tudo se resumia em ter a cópia perfeita, e eu deixei porque era restritivo. É interessante para mim agora ouvir coisas que não são perfeitas, que adicionam ao caráter. Alguns dos álbuns da Mary J Blige não são tecnicamente perfeitos, mas ela está sentindo isso, e por ela estar sentindo, você também está.

O Auto-Tune vem mudando na forma que você aborda seus vocais?
Auto-Tune é divertido, não me entenda mal. Ele adiciona diferentes elementos em uma música. Mas eu não gosto que seja usado na minha voz o tempo todo, e Will sabe disto, porque me leva pra fora do equilíbro. E claro que nós usamos muito disso. É do tempo. É divertido brincar com ele. Mas é importante para mim ser capaz de me ouvir na gravação também.

Voltando no passado, quando foi a primeira vez que você pensou que queria ser uma performer?
Desde o que me lembro. Parece clichê, mas é verdade. Eu sabia o que queria fazer desde quando tinha 5 anos.

Você foi a criança que estava sempre fazendo shows em casa para sua família e amigos?
Certeza. Sempre hiperativa, sempre dançando e cantando. Minha mãe tinha que me inquietar na igreja. Meus pais são professores, mas eles são grandes amantes da música, e eles me mostraram coisas em uma idade muito nova. Minha mãe me levava aos musicais em ocasiões de mãe e filha. Ela também me levou à turê Like a Virgin, da Madonna.

Sério? Quantos anos você tinha?
Eu acho que 10. Meu pai me levou à turnê da Tina Turner. E agora eu que estou me arrastando no palco.

Quando você começou a perseguir as peças do showbiz, que antecederam a sua parte no programa infantil “Kids Incorporated”, os seus pais te apoiaram?
Comunicação era muito aberta na minha família, e eles eram muito bons me fazendo perguntas e me explicando coisas: “Você tem certeza que você quer fazer isso?” ou, “Você não vai poder dormir na casa das amigas porque você está trabalhando.”
Foi muito claro para mim no que eu estaria abrindo mão e no que eu estaria ganhando. Minha irmã estava no showbiz quando ela era uma garotinha. Ela fez comerciais e dublagens. Ela tem uma ótima voz também; ela simplesmente não tinha a mesma fome que eu tinha. A necessidade. Para mim isso era necessário.

Você esteve no “Kids Incorporated” por seis anos, dos 8 aos 14 anos. Ter sido uma atriz mirim afetou sua carreira?
Bem, eu tenho trabalhado por muito tempo. Eu fui uma criança trabalhadora e sou uma adulta trabalhadora. Eu me devo um pouco de férias, caramba.

Você é viciada em trabalho?
Você sabe o que eu sou? É difícil para mim dizer “não” quando todas essas grandes oportunidades vem em minha direção. Em certos momentos é demais. Eu estou aprendendo assim como eu estou crescendo que está tudo bem em dizer “não”. Essa foi uma grande lição para eu aprender.

Para o que você disse “não” recentemente?
Eu não posso falar. Mas houve artistas maravilhosos que eu tive a oportunidade de colaborar e não pude. Parcialmente porque [Interscope Geffen A & M presidente] Jimmy Iovine não me deixaria [risos]. Você pode ter tudo, só que não de uma vez só.

Você tem alguma ideia do por que as mulheres são tão dominantes no mercado pop hoje em dia?
Eu não sei se tenho uma resposta para isso, mas isso me deixa feliz. Todas essas mulheres Rihanna, Lady Gaga, Beyoncé, Miley eram apenas crianças com um sonho, como eu, e me deixa muito feliz em ver que elas realizaram seus sonhos, como eu realizei o meu.

Como você conheceu as garotas da sua primeira banda, o Wild Orchid?
Renee Sandstrom estava comigo no “Kids Incorporated”, ela fazia minha irmã. E ela foi pro colegial com a Stefanie Ridel.

Vocês tinham apenas 15 anos quando o grupo foi formado. Além dos seus pais, houve alguém que serviu como um tipo de mentor?
Ron Fair conquistou um papel importante na nossa carreira. Ele nos contratou para a RCA, nós levavamos nove meses para fazer o primeiro álbum. Ele nos deixou consolidar a nossa voz e aprender a gravar em estúdio, harmonizar as técnicas do microfone. Nós eramos das antigas. Eu faria 50 faixas da mesma música. e nós iríamos através de cada um e falar sobre elas. Ron foi um mentor surpreendente. Ele acabou se casando com Stefanie.

Isso é certo?
Yeah, e eles tem três filhos juntos. [Risos]

Você esteve no Wild Orchid por 11 anos. Houve alguma vez que você pensou, “Isso vai ser grandioso para nós”?
A gravadora colocou muito dinheiro em nós, e nós lançamos a balada chamada “At Night I Pray”. Nós pensamos, “nós vamos fazer turnê pelo mundo agora”, mas isso nunca fez contato com as pessoas da mesma forma que os Peas fizeram. Foi muito frustrante. Nós trabalhamos duro, e passamos por muitos altos e baixos, muita rejeição. Aquelas meninas ainda são minhas irmãs, mas minha carreira não tomou o caminho que eu pensei que tomaria. Eu sou uma artista melhor para isso, no entanto. com os Peas, aquela pequena parte do hip-hop que tinha dentro de mim, saiu e me deu confiança.

O hip-hop ajudou a criar o personagem da Fergie?
Yeah, bem, ele me deu cojones. Quer dizer, eu sempre tive cojones, mas ele me deu mais confiança em áreas que eu estava um pouco mais assustada para apresentar. Tipo, agora eu sou capaz de fazer as minhas coisas, mas antes eu tinha um pouco de medo.

O que você aprendeu sobre o negócio enquanto estava no Wild Orchid?
Bem, eu ainda estou aprendendo sobre o negócio da música porque ele está mudando. Há todas estas coisas diferentes que vêm por causa da tecnologia. Era um mundo diferente naquela época, era muito direto e simples: Você tem um contrato de gravação, você fez um álbum, você tem novos fãs. Agora é todas essas 360 ofertas e todas essas diferentes… Você sabe o que? O lado do negócio? Essa não é a minha praia. Will é ótimo nisso. Ele vive com isso. Não é apenas a minha personalidade. Eu quero ir direto à arte. A outra parte dele? Eu tenho a minha equipe empresarial explicando para mim. Na verdade, tenho ligações de conferência onde tenho a minha mãe e meu pai no telefone, meu contador, o advogado… De vez em quando, eu ainda tenho a minha terapeuta nessas ligações.

Sério?
Eu não estou brincando. Porque há muita fumaça. Eu vou direto ao ponto, essa é a minha personalidade. Eu não gosto de falar em círculos. Então quando as pessoas fazem o que eu estou tentando descobrir, “tudo bem, rapazes, o que nós realmente estamos falando aqui?”. Aí minha terapeuta escuta. Porque é muito importante tomar decisões formadas. Eu posso ser muito impulsiva, o que é ótimo para uma artista, mas não para uma mulher de negócios. Então eu tenho que diminuir o ritmo e me cercar com uma grande equipe me apoiando. Então é isso que eu aprendi, que eu preciso me cercar de uma equipe que possa me ajudar. Faz parte de saber que você não sabe tudo.

Uma das coisas que os Peas são conhecidos é os tantos endorsement e corporate tie-ins*. O Wall Street Journal os chamou de…
a banda mais corporativa dos EUA.

Exato. Aquilo te incomodou?
Recebemos um monte de críticas por isso, mas é apenas parte do negócio. Está se tornando a norma, mesmo para os artistas mais indefinidos. Nós não saimos por aí pensando que queríamos ser a banda mais corporativa da América, obviamente. Nós somos famintos, nós somos lutadores, independentemente do que seja, a nossa música vai ficar lá fora, nós vamos fazer isso.

Como surgiu o negócio de se envolver com a Avon para uma fragrância?
Eles se aproximaram de mim, e que garota não quer ter um perfume? O que foi interessante para mim era que minha avó era uma “Avon-Lady”. Minha mãe costumava ajudá-la com todo o material da Avon e tendo essas festinhas, então para mim era apenas um sinal. Eu também adoro todo o trabalho que eles fazem com câncer de mama e seus sobreviventes.

Você teve uma participação importante para o cheiro do Outspoken?
Lógico. Nós trabalhamos nessa fragrância por dois anos. Eles me pediram os meus cheiros favoritos da infância. Além da lasanha da minha mãe, uma das coisas que pensei foi minha velha jaqueta rock’n’roll de couro, eu amo o cheiro daquilo, e combinava com a minha personalidade também. Então, agora há uma sugestão de couro no Outspoken.

Como você classificaria a música dos Peas?
Eu não sei se eu poderia categorizar. Nós somos estranhos. E sabe o que mais? Eu gosto disso, porque eu odeio limites. Eu gosto de ser destemida, assim como os garotos também.

Você acha que as pessoas não percebem que algumas de suas letras são intencionalmente engraçadas?
Então, muitas canções são apenas uma piscada para as pessoas, mas as pessoas levam a sério. “My Humps”? Fala sério!

O que você acha dos tantos artistas que adotam os sons que o Black Eyed Peas andam tocando nos dois últimos álbuns? Das batidas dançantes assumiram ao hip-hop e top 40 do rádio.
É sobre a tecnologia e todo mundo gosta dessas grandes crianças que brincam com todos estes novos brinquedos. A recessão teve muito a ver com isso também. As pessoas querem se sentirem felizes, e parte do nosso tema é o escapismo e esquecer das coisas.

Você está adepta a estes brinquedos? Você é o gênio da tecnologia?
Não tanto quanto eu gostaria de ser [Risos]. Eu tenho que admitir que confio muito mais nos garotos pra isso. Eles são muitos melhores pra isso do que eu.

Você usa o Twitter?
Não.

Por que?
Eu lido com tantas pessoas todo dia que eu gosto de ficar sozinha às vezes. Mas isso pode mudar. Quando eu estiver de folga das turnês, eu posso entrar nessa onda do Twitter. Agora eu utilizo isso para minha linha de sapatos [Fergie Shoes], mas não num nível pessoal. Eu não sou uma dessas pessoas que tem o celular na mão o tempo todo. Não é minha personalidade. Eu gosto de falar no telefone. Eu gosto de escrever coisas. Eu faço listas. Eu verifico minhas listas. Eu escrevo meus objetivos e os passos para chegar até lá, e eu tomo esses passos.

Autor do Post
Renato Cavalcanti

Comentários

22 Comentários
  1. postado por
    Thay
    dez 3, 2010

    amei a capa *-*

  2. postado por
    João
    dez 3, 2010

    a revista Billboard tambem tem aqui no brasil né? como a Rolling Stone

  3. postado por
    Jonathan bahia
    dez 3, 2010

    Agora e torcer para a Billboard Brasil também divulgar essa capa.

  4. postado por
    vithoria
    dez 3, 2010

    gente hj vou pedir pra minha mae compra pq amei

  5. postado por
    @Me_Bruno
    dez 3, 2010

    Qro essa revista *-*

  6. postado por
    Daniel
    dez 3, 2010

    Nossa adorei essa capa… eh Black Eyed Peas no Topo das paradas.. HeHe’
    No vagalume tah entre os primeiros em tudo.. The Time está en primeiro e The beginning já está em segundo lugar dos álbuns.. 🙂

  7. postado por
    Arthur
    dez 3, 2010

    aaaaaa com certeza daqui há uns 2 meses vai estar na capa da Billboard BR , tomaraaaaaaaa que seja em Janeiro ! pra começar beeeeeem o ano.

  8. postado por
    fran_twittando
    dez 3, 2010

    Adoreii as duas capas.Perfeitas.Não vejo a hora q comprar a revista!!Quando será q chega no Brasil!!! ^_^

  9. postado por
    BEP.Padre
    dez 3, 2010

    EU quero !!

    FERGIE TE VEJO NA CAPA DA REVISTAAA !!!

    E na proxima turne !

  10. postado por
    Andressa
    dez 3, 2010

    necessito dessas duas revistas *-*

  11. postado por
    JajaBEP> @JajaBEP
    dez 3, 2010

    Gente, quanto custa uma revista da Billboard do Brasil?

  12. postado por
    vinne
    dez 3, 2010

    FERGIE DEVE TER CHORADO MUITO COM ISSO!

  13. postado por
    katyannebep
    dez 3, 2010

    OMG!!!!! Q PERFEITA EU QUEROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO DUAS CAPA EM UMA REVISTA ISSO É DE MAIS LOVE PEAS <3

  14. postado por
    Paulo
    dez 3, 2010

    Fergie a Nossa Musa…
    Congratulations Fergie
    We want Brazilian fan everything good in your life.

    Brazil loves you … GATA

  15. postado por
    vithoria
    dez 3, 2010

    Eu Querooo

  16. postado por
    ELTTON
    dez 3, 2010

    eu quero tb,kkk

  17. postado por
    @wallysond/Douglas
    dez 3, 2010

    sim… queria ter uma assinatura da Billboard americana! pois a Brasil….(exceção a abril 2010)

  18. postado por
    vithoria
    dez 3, 2010

    Gente naproxima terça ghega a billboard desse mes pmas nao sei se é do BEP

  19. postado por
    LucasBep
    dez 3, 2010

    Nos A Billboard ahazzou com os Peas agora The Bets One Yet eu quero agora…vou comprar a Americana mesmo….Cant Wait…

  20. postado por
    Jacke
    dez 3, 2010

    AAAAHHHH quero as duas.

  21. postado por
    @bielsantanaa
    dez 3, 2010

    “Quando eu entrei no grupo eu tentei acompanhar, mas eu sou uma menina e eu tento ser uma dama.” kkkkk.. racho de rir

  22. postado por
    WEIDY MARIE
    dez 4, 2010

    KRAMBA Q ENTREVISTA EXTRAOORDINÁRIA!!A FERGIE É D++++++++++++++++!!ELA É SUPER FOFA!!ELA É D++++++++++++++!!!
    TBM KERO ESSA REVISTA 😀
    I LOVE BEP♥♥♥

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