Black Eyed Peas em matéria da Revista Época

A nova edição da revista Época traz uma matéria na coluna Mente Aberta sobre todos os shows gringos que vão acontecer no Brasil em breve, e citaram a turnê do Black Eyed Peas, é claro.

” Que astro você quer? – O Brasil vai receber uma enxurrada de shows. Um deles (ou vários) é perfeito para você –

Um dos maiores músicos da atualidade finalmente vai se apresentar no Brasil. Eminem, o artista que mais vendeu álbuns nos anos 2000, chegará a São Paulo em novembro para uma única apresentação. Há pouco mais de uma década, um evento como esse era tão raro que só se falava nele durante semanas. Hoje, são tantas as opções que as atrações tiram a atenção umas das outras – e fica difícil escolher a qual show ir. Para ajudar em sua seleção pessoal para esta temporada, ÉPOCA dividiu as 30 principais atrações internacionais em cinco categorias.

Já está virando tradição. Vai chegando o último trimestre do ano e os amigos começam a combinar: “Vamos ver aquela banda?”, “Você vai àquele festival?”. De cinco anos para cá, outubro se tornou o mês que dá início à temporada de atrações internacionais no Brasil. A concentração de shows no fim do ano tem uma razão. “As bandas passam o meio do ano se apresentando no verão europeu e americano”, afirma Theo Van Derloo, diretor artístico do SWU Music and Arts Festival. “Sobram apenas os três meses do fim e do começo do ano para eles virem para cá.”

Neste ano, o rapper americano Eminem leva o prêmio de atração mais esperada por ser um dos últimos artistas de peso do pop-rock que ainda não passaram por aqui. Outros grandes nomes que se apresentarão até o fim do ano são o Green Day, fenômeno de massa após o disco American idiot se tornar peça da Broadway no começo deste ano, e o grupo Black Eyed Peas, fabricante de sucessos como “I gotta feeling”. Ambas são bandas já conhecidas pelo público brasileiro, uma prova de que o país figura no mapa dos megashows anuais. O britânico Paul McCartney deverá ser o favorito entre os “dinossauros”.

“Se um artista passar sua vida sem vir ao Brasil, ele certamente cometeu um erro em sua carreira”, diz Apl.de.ap, integrante do Black Eyed Peas (leia a entrevista abaixo). Para Van Derloo, que está no meio há dez anos, a proliferação de atrações internacionais neste ano foi alavancada pelo bom momento pelo qual o Brasil passa. “Os estrangeiros estão vendo um grande potencial no Brasil para as artes”, diz. “Antes, havia muita falta de confiança no mercado brasileiro por parte dos empresários de fora. Agora, sinto um respeito maior.”

Festivais como o SWU, que traz dez das 30 atrações internacionais aqui destacadas (entre elas a cantora Regina Spektor e as bandas Dave Matthews Band e Kings of Leon), são os principais responsáveis pela maior oferta de shows. Já consolidada na Europa e nos Estados Unidos, a cultura de festivais é uma maneira de agradar a um só tempo ao público (que assiste de uma vez a diferentes artistas) e aos empresários internacionais (que ficam mais seguros por seus músicos estarem acompanhados de outras atrações). Além do SWU, apelidado de Woodstock brasileiro pela localização rural, numa fazenda em Itu, São Paulo, e pela profusão de atrações – 74 –, há outros festivais como o Planeta Terra, que vai trazer Smashing Pumpkins, Phoenix e Mika, com ingressos já esgotados.

Nem sempre é o caso de dividir palcos com muitas atrações. “Nos shows do Rush e do Bon Jovi, não é possível realizá-los em festivais, pois têm estruturas de palco personalizadas”, diz Alexandre Faria, diretor de shows internacionais da empresa Time for Fun. “Além disso, o Rush vai ficar por três horas no palco, uma experiência diferente da dos festivais, em que cada banda toca por no máximo uma hora e meia.” Goste você de shows curtos ou megaproduções, rock pesado ou pop dançante, prepare-se para uma temporada e tanto. “

Além disso, o rapper apl.de.ap concedeu uma pequena entrevista para a revista, e contou alguns detalhes sobre o novo álbum da banda, o The Beginning:

Época: Como será o novo álbum do Black Eyed Peas?

Apl: O álbum tem bastante hip-hop às antigas, música eletrônica, rock, disco music. O último disco, The E.N.D, tinha bastante dance music e acho que isso vai estar sempre em tudo o que fizermos no futuro.

Época: Vocês pretendem usar a música brasileira novamente, como fizeram em Mas Que Nada, em 2006?

Apl: Estou muito empolgado por ir ao Brasil e conhecer melhor o funk carioca. Para The Beginning, pretendemos fazer algumas parcerias com artistas do funk. Não sei o nome deles, mas amo o que eles fazem. Adoro música brasileira, meu artista preferido é o Jorge Bem Jor.

Época: Você acha que o Brasil se tornou um lugar obrigatório para os músicos se apresentarem?

Apl: É um dos nossos lugares favoritos. A música, a dança, e a cultura são tão bonitas e inspiradoras. Se um artista passar sua vida toda sem vir ao Brasil, ele certamente cometeu um erro em sua carreira.

Via: BlackEyedPeas.com.br
Fonte: Revista Época

Autor do Post
Renato Cavalcanti

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