Fergie anuncia vinda do BEP ao Brasil!

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Confira uma entrevista exclusiva que Fergie concedeu ao jornal O GLOBO.

A americana Stacy Ferguson é filha de professores católicos , foi escoteira, venceu torneios de soletrar e tirava notas altas na escola. Mas a garota também sabia dançar, era líder de torcida e vocalista da banda Wild Orchid. O lado mais glamouroso pesou, e Stacy se tornou Fergie, dona dos quadris mais famosos do pop e a voz feminina do grupo Black Eyed Peas (BEP). Três anos após vender seis milhões de cópias de “The dutchess”, seu primeiro vôo solo, a beldade de 34 anos volta à banda de will.i.am para lançar “The E.N.D.”, quinto disco do BEP, uma ode às pistas de dança, cujo single “Boom boom pow” já é um estouro.

O GLOBO:Quando vai ser o próximo show no Brasil?

FERGIE: Nosso show no réveillon de 2007 foi inesquecível. Cantamos em Ipanema para um milhão de pessoas. Nunca fiz show para tanta gente. Adoro o Brasil. Vamos começar a turnê pelo Japão, mas, no fim do ano ou início de 2010 estaremos aí.

O CD novo é bem pista. Há espaço para hedonismo num mundo em crise e em guerras?

FERGIE: Acho que o mundo precisa disso. Estamos numa crise econômica séria. As pessoas estão perdendo emprego, casa… É bom oferecer diversão, para esquecer os problemas um pouco. Quem já passou por momentos difíceis sabe disso. Fizemos um disco com muito dance, belas melodias, soul e funk.

Foram quatro anos sem um disco do BEP, mas você se manteve ocupada, certo?

FERGIE: Muito ocupada. Rodamos mundo “Monkey business” por dois anos e, depois, lancei “Dutchess” e fiz a turnê. Também gravei o musical “Nine” e $casei no inicio deste ano (com o ator Josh Duhamel). Não parei muito para descansar.

Você foi uma daquelas noivas alucinadas com os preparativos do casamento?

FERGIE: Às vezes as coisas ficavam loucas. No set de “Nine”, olhava vestidos e organizava a festa. Mas não fui uma noiva surtada. Gosto de fazer várias coisas ao mesmo tempo.

Você é filha de professores católicos, escoteira e só tirava notas boas. Qual o valor disso para a sexsimbol de hoje?

FERGIE: Ganhei bases morais que carrego até hoje. Sei que tem sexualidade nas músicas que canto e na forma como danço, mas, na real, sou uma boa garota. Sempre tive namorados firmes e nunca saí transando por aí… Fui uma adolescente normal. Perdi férias gravando, mas fui a várias festas de pijama e acampamentos de verão.

E você é a garota grande que não chora, como no título do seu hit “Big girls don’t cry”?

FERGIE: A música é uma metáfora, para dar força às garotas. Mas eu choro muito, com filmes e até séries de TV como “Grey’s Anatomy”, que adoro.

Você tem que lidar com a pressão de estar sempre bonita ou não liga para isso?

FERGIE: Faço o melhor para ficar linda. Fico orgulhosa quando malho com frequência, mas às vezes viajo muito e quase não durmo… Aí o cansaço se mostra no meu rosto e não me sinto bonita. Aproveito os dias de folga para fazer ginástica, massagens faciais, unhas etc. Garotas precisam de manutenção.

Você faz hipnoterapia para relaxar. Funciona contra dor de coração partido também?

FERGIE: Já tive o coração partido, mas aí o jeito é chorar e ler livros de autoajuda (risos). Faço hipnoterapia para reduzir a velocidade da vida. É uma terapia simples. Sento na cadeira e me alimento de sugestões positivas.

O assédio dos paparazzi faz você buscar esse escape? Como vê o culto às celebridades?

FERGIE: O mundo do showbizz é assim, tenho que aceitar. Mas os paparazzi podem ser loucos. Nunca sei quando estão esperando em frente à minha casa. Já chamei a polícia uma vez. Amo minha casa, mas, em algum momento, vamos ter que nos mudar para um condomínio fechado. Josh até fez um muro para afastar bisbilhoteiros.

Você às vezes joga seu nome no Google?

FERGIE: Às vezes (risos). Encontro muitas coisas ótimas, mas também pode ser horrível, quando pessoas te chamam de feia, por exemplo. Nenhuma menina gosta de ler ou ouvir isso. Mas é bom achar elogios dos fãs. Gosto muito do site dos fã-clubes do BEP no Brasil.

O Google tem 20 milhões de registros para “Fergie”. Quando pequena, no Wild Orchid, você imaginava ser tão famosa?

FERGIE: Você nunca pode prever essas coisas, mas eu sabia que tinha motivação, fome para ir longe. Me sinto orgulhosa, porque fiz escolhas baseadas no meus instintos mais básicos e sempre fiz o melhor que pude para bancar cada uma.

No novo hit “Boom Boom Pow”, você diz “3000 para mim já é passado”. Fale do futuro. Qual é o próximo passo?

FERGIE: Estou vivendo só o presente. Quero fazer só a turnê do disco novo com o Back Eyed Peas e não tenho qualquer plano para depois disso.

Autor do Post
Renato Cavalcanti

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