Entrevista do will.i.am para News Blaze

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Will.i.am começou a divulgar o filme em que participa, o X-Men Origins: Wolverine. Em entrevista recente a jornalista Kam Williams do site News Blaze ele falou de tudo um pouco.

Muitas das perguntas foram enviadas por fãs do cantor. Destaque para o elogio do will ao nosso país em que ele afirmou ser um de seus lugares favoritos de todo o planeta!

Você irá conferir essa entrevista completa e traduzida logo abaixo.

Will.I.Am: Oi Kam.

Kam Williams: Obrigado pelo tempo, Will. Falando nisso, esse é realmente você ou apenas um holograma?

Wia: Não, esse é o Will de verdade.

KW: Eu lembro quando você foi entrevistado como um holograma por Anderson Cooper na noite da eleição. [http://www.youtube.com/watch?v=deoOTqT-SMI]

WiA: Yeah, é irado ter sido um holograma e agora poder me teletransportar no X-Men Origens.

KW: Eu acredito que sua música “Yes, We Can” teve um papel fundamental em fazer os eleitores mais jovens se animarem com Barack Obama e que isso o ajudou a se tornar presidente dos Estados Unidos. O que você acha de seus primeiros 100 dias de mandato?

WiA: Até agora ele tem estado ótimo! As pessoas estão entusiasmadas com os Estados Unidos como elas não tem estado em um longo tempo. Ele passou a lei “Stimulus Bill”… a lei de pesquisas com células-tronco… fechou a base de Guantanamo. Baseado nisso, ele já se superou. É realmente muito cedo para ficar julgando ele, mas estou super animado que ele tenha ganhado, e acho que ele está fazendo um trabalho fenomenal até agora. As pessoas o julgando agora são os que duvidam dele e que acham que existe uma possibilidade que ele falhe. Não podemos admitir isso. É tudo fisiológico. Se ele falha, que dizer que nós também falhamos, já que ele está na Casa Branca por nossa causa. Se vamos o julgar agora, significa que devemos nos julgar também e nos perguntar o que fizemos desde sua posse?

KW: A advogada Bernadette Beekman nos pergunta o que o inspirou a escrever “Yes, We Can”?

WiA: Minha paixão. Eu me inspirei em seu discurso, e por todos os guerreiros da liberdade do passado sobre quem você não ouve falar na escola.

KW: Você achou que isso ajudaria Obama a chegar à Presidência?

WiA: Não, eu escrevi basicamente para que professores pudessem ensinar seu discurso na escola. Eu não estava pensando “vou escrever essa música e tornar Obama nosso presidente”. Isso não faz sentido. Eu estava pensando “Vou escrever essa música para que nós possamos ter uma palavra de um político sendo ensinada nas escolas”. Isso era algo que eu podia fazer para ter um efeito imediato.

KW: Isso é brilhante, Will!

WiA: Obrigado. Essa foi a real razão pela qual eu fiz isso, embora tivesse a possibilidade que esse cara se tornasse nosso presidente uma vez que ele já estivesse sendo ensinado para as crianças.

KW: Falando de X-Men, que incrível estreia nas telas você vai fazer participando de uma franquia cinematográfica tão popular.

WiA: Sim, é mais que espetacular. É inacreditável, meio doido, se você me perguntar.

KW: Você se baseou em alguém para interpretar John Wraith?

WiA: Eu o modelei segundo meu primo, Earl. Ele era um homem muito, muito mal. Ele fez coisas muito ruins, mas também era um cara muito próximo, simpático. Ele tem alguns maus amigos que já fizeram coisas ruins também, mas ele tem consciência.

KW: como você descreveria o relacionamento do seu personagem com Logan, conhecido por Wolverine?

WiA: Ele e Wolverine são amigos próximos. Eles viajam o mundo, bagunçam tudo, mas ele tem um coração e conhece seus limites.

KW: Como foi trabalhar com o diretor Gavin Hood?

WiA: Trabalhar com ele foi incrível! Antes de tudo, eu amo os filmes dele. Ele é talentoso e gentil ao ponto de te fazer confortável no momento de que você precisa exibir suas emoções. Ele pega o seu melhor e isto é incrível.

KW: E como foi atuar com Hugh Jackman?

WiA: Hugh Jackman é o cara mais legal da Terra. Eu estava tipo “qual é cara”, ele era muito legal.

KW: Você pretende fazer mais filmes?

WiA: Iria amar se não só trabalhasse como ator, mas também como escritor e diretor.

KW: Você é um cara relacionado as artes incrivelmente bem sucedido que tem deixado marcas em muitos campos. Então você se lança na mora. É ainda sua primeira paixão?

WiA: É, eu amo a moda. É o meu amor.

KW: Sei que você nasceu em Los Angeles, mas de onde seus pais são?

WiA: Meus pais são do Mississippi.

KW: O “Corretor de Imóveis das Estrelas”, Jimmy Bayan, quer saber onde em Los Angeles você vive hoje.

Wia: Hollywoooooooooooood!!!!!

KW – Existe alguma pergunta que ninguém perguntou pra você, mas você gostaria que fizesse?

WiA – É mais o oposto. Já fui perguntado de um monte de coisas que gostaria que as pessoas não dissessem.

KW – Pergunta da Tasha Smith: você sempre está com algum receio?

WiA – Receio sobre o que?

KW: Pergunta de Columbus Short: Você é feliz?

WiA: Sou feliz todos os dias da minha vida.

KW: Perunga de Teri Emerson: Qual foi a última vez que você deu uma boa risada?

WiA: Ontem à noite.

KW: Pergunta do fanático por livros Troy Johnson: Qual foi o último livro que você leu?

WiA: Posso ser honesto?

KW: Claro.

WiA: Eu nunca li um livro.

KW: Por que não?

WiA: Eu consigo ler muito bem, mas minha atenção é muito curta. Quando eu leio, o primeiro parágrafo vai muito bem, o segundo também, mas lá pelo terceiro parágrafo eu começo a ler apenas as palavras, o texto não entra mais na minha cabeça.

KW – Qual foi o seu maior obstáculo que você ja passou na vida?

WiA – Estou passando por um agora.

KW – O Rudy Lewis pergunta: quem está no topo da sua lista de heróis?

WiA – Tenho muitos heróis. Quando se trata de modelo de caráter, minha avó, Sarah Cain, é a minha maior heroina. Chamamos ela de Nanny. E a minha mãe, Debra, claro, também. Tirando a minha familia, meu maior herói é sem dúvidas, Quincy Jones.

KW – Uma grande fã sua, chamada Marcia Evans, amou os CDs que você fez com o brasileiro Sérgio Mendes. Ela quer saber, como você gostou de trabalhar no Brasil.

WiA – Eu amei trabalhar lá. Brasil é um dos meus lugares favoritos nesse planeta.

KW – Marcia também queria saber o que você pensa sobre a cultura brasileira.

WiA – Eu amo a cultura brasileira porque as pessoas negras do Brasil são consideradas ‘Brasileiras’, enquanto aqui na América, os negros são considerados ‘negros’. Os brasileiros evoluíram e aceitaram sua coloração, então todos celebram a Brasilidade. Eu não estou dizendo que devemos abandonar nossas raízes, mas os brasileiros são ourindos da África, também. A América está quase lá. Muitos de nós não sabemos nem de que parte da África somos.

KW: Recentemente li um livro sobre uma mulher que voltou à África para encontrar suas raízes e voltou se sentindo mais Americana que Africana.

WiA: Interessante. O Brasil enfrentou os mesmos problemas que nós, mas a diferença é que eles foram conquistados pelos portugueses. Sérgio Mendes me ensinou muito sobre a cultura africana e como nós nos desenvolvemos da escravidão. Ele me mostrou que os portugueses não excluiram seus escravos de sua cultura, então o povo brasileiro foi capaz de crescer juntos como uma nação, evitando o que a América enfrenta hoje.

KW: Que conselho você daria para alguém que está seguindo seus passos, como meu filho que está se formando em Música na faculdade?

WiA: Eu diria que continue a fazer música e a compartilha-la na internet. Esse é o futuro, fazer música e a compartilhar.

KW: Obrigado novamente pela entrevista, Will, e a melhor sorte em todos seus projetos.

WiA: Muito obrigado, cara.

Tradução: Pepe, Henrique, Renato (Equipe PortalBEP.com)

Autor do Post
Renato Cavalcanti

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